Por que a mulher ocupa menos cargos de liderança?

A mulher deve mudar sua postura e passar a acreditar em seu potencial, deve ter orgulho de suas conquistas e lutar por sua posição na empresa.

A mulher deve mudar sua postura e passar a acreditar em seu potencial, deve ter orgulho de suas conquistas e lutar por sua posição na empresa

Por que a mulher ocupa menos cargos de liderança
Segundo pesquisa realizada pela consultoria McKinsey - com 132 empresas e 34 mil funcionários, o principal problema para que a mulher ocupe menos cargos de liderança é porque ela perde gradativamente terreno a cada nível hierárquico que alcança – sua posição profissional na empresa afunila. Em outras palavras, muitas mulheres preenchem cargos idênticos aos dos homens, no início da contratação, mas posteriormente a taxa de preenchimento de cargos mais elevados tende a reduzir.

Na maioria das empresas, 81% dos cargos executivos são ocupados por homens e 19% por mulheres. Em geral, quando uma empresa contrata um gestor de fora – que não faz parte do quadro de funcionários, o homem tem duas vezes mais chances de ocupar esse cargo do que a mulher. Se a posição na companhia for ainda mais alta - como vice-presidência ou presidência, as probabilidades do homem triplicam.

Se considerarmos as mulheres negras, por exemplo, maiores serão as barreiras para que sejam alcançadas posições mais privilegiadas de liderança. Felizmente, as mulheres têm respondido a essa realidade de forma bastante positiva. As profissionais atuantes no mercado mostram-se muito mais conscientes do seu papel, além de confiantes, motivadas e engajadas com suas funções.

É importante destacar que as empresas não estão alheias a essa tendência do mundo corporativo. Elas passaram a enxergar esse problema e têm buscado políticas de igualdade. Entretanto, raras são as ações eficazes para minimizar esse quadro. É preciso que a questão de gênero não seja prioridade das empresas, mas sim a competência do profissional – independentemente de ser homem ou mulher.

Para que isso mude, é necessário melhorar a comunicação entre líderes e colaboradores, é preciso desenvolver estratégias que potencializem os resultados e a produtividade do profissional na empresa, assim como realizar contínuos treinamentos. Mas para tornar o ambiente corporativo igualitário no preenchimento de cargos de liderança, são necessários esforço, comprometimento e interesse das lideranças e dos liderados.

Além disso, a mulher deve mudar sua postura e passar a acreditar em seu potencial. Deve ter orgulho de suas conquistas, deve lutar por sua posição, deve negociar o seu real valor na empresa - assim como faz o homem.  Dessa forma, o impacto financeiro na empresa será positivo e o ambiente de trabalho mais inclusivo e justo.

Por Andréa Oliveira.

Fonte: Revista PEGN.

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Andréa Oliveira 10-01-2017 Notícias

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