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Treinamento de babás: 5 exemplos éticos para seguir no trabalho

 Treinamento de babás: 5 exemplos éticos para seguir no trabalho   Artigos Cursos CPT


 

Além de ser sinônimo de bom caráter e demonstrar que você, babá, é de confiança, ter uma conduta moral de honestidade e pensamento no bem coletivo ajudam a boa formação da criança

Ética diz respeito ao caráter, aos valores morais e princípios do comportamento em relação às outras pessoas. É a ética que rege pela boa convivência, pela honestidade e pelo respeito ao próximo. Muitos autores definem a ética no trabalho como sendo um conjunto de normas de boa conduta que devem ser praticadas na profissão. "Além de ser sinônimo de bom caráter e demonstrar que você, que atua como babá, é de confiança, ter uma conduta moral de honestidade e pensamento no bem coletivo ajudam a boa formação da criança e, se der maus exemplos, gerará efeito contrário", afirma Bruno de Morais Cury, professor do Curso a Distância CPT Treinamento de Babá - Saúde, Alimentação e Higiene da Criança, em Livro+DVD e Curso Online.

A seguir, observe como pôr em prática uma conduta ética, de modo a exercitar cuidados que servirão para cultivar uma boa relação e imagem com a família para a qual você, babá, presta seus serviços:


1) Respeite os donos da casa
Não comente fatos íntimos que ocorrem com a família; não fale mal deles com outras pessoas ou dentro da própria casa; e não utilize nada da casa sem permissão, desde a comida aos pertences pessoais deles. O uso do telefone fixo, por exemplo, deve ser feito apenas para necessidades e, se servir para alguma necessidade pessoal, converse sobre isso.

2) Estabeleça com os donos da casa, previamente, suas permissões
Tenha regras definidas sobre o que pode fazer, desde a sua chegada na casa. Isso evita situações constrangedoras e mal entendidos! Imagine, por exemplo, se os donos da casa chegarem, encontrarem você vendo TV (mesmo que a criança esteja dormindo) e acharem isso ruim! Se for conversado antes, você ficará tranquila e não deixará margem para constrangimentos, nem eles acharão que você é espaçosa.

3) Problemas pessoais
Procure resolver seus problemas pessoais na folga ou em horário combinado. Procure avisar antes, quando necessitar se ausentar, e tente repor as horas “perdidas”, conforme eles preferirem.

4) Evite dar sua opinião sobre assuntos polêmicos
Não entre em assuntos polêmicos e não influencie a opinião da criança sobre as coisas. A menos que sejam assuntos simples. Quando a criança indagar sobre assuntos delicados ou polêmicos, como de cunho religioso, ou que envolvam preconceitos e julgamentos de gosto, evite entrar em detalhes e emitir opiniões pessoais, respondendo de forma breve, se possível. Você pode se informar com os pais sobre como lidar com assuntos como religiosidade e sexualidade se a criança indagar sobre eles!

5) Não minta
Não minta, nem use artifícios ou chantagens, para induzir a criança a ser obediente. Se você for religiosa, jamais use o nome de Deus como punidor, recompensador ou vigia. Se você combinar com a criança, por exemplo, de ocultar algum fato dos pais, e depois o revelar a eles, ela entenderá que você mentiu. Isso pode estimular que ela minta e, ainda, abalar a confiança dela.

6) Seja racional e inteligente com relação às atitudes das crianças
Auxilie o fortalecimento dos pontos positivos do comportamento da criança e jamais comente que ela está imitando o mau exemplo de alguém da casa, por exemplo. Dê bons exemplos.

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Por Silvana Teixeira.

 

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