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Galinhas Poedeiras - Produção e Comercialização de Ovos


Esta matéria foi publicada na edição 4. Para ver outras matérias da edição 4, clique aqui.

Galinhas Poedeiras – uma boa seleção pode ser sinônimo de lucro

De acordo com pesquisadores brasileiros e norte-americanos, não há relação entre o consumo de ovos e o aumento do colesterol ruim do sangue. Uma prova prática disso é o Japão, país que tem menor índice de doenças cardíacas no mundo e onde são consumidos 328 ovos por habitante por ano. É quase um ovo por dia. Para se ter uma idéia, a FAO (Food and Agriculture Organization) recomenda que esse consumo seja em torno de 210 unidades pessoas/ano. No Brasil, esse consumo gira em torno de 90 – bem abaixo do indicado.

A composição do ovo fornece 6,25 g de proteína por dia (15% da quantidade diária recomendada). Em quantidade de aminoácidos, só perde para o leite materno.

O ovo é um alimento de alto valor nutricional e sua qualidade pode ser influenciada por fatores como condições de manejo, instalações, nutrição e ambiente. Para aprender a diferenciar um ovo velho de um novo é preciso observar a clara e a casca. Quando quebrado, se o ovo for novo, a clara fica mais junto da gema e, quando cozido, a casca se solta com dificuldade. Os ovos velhos flutuam na água.

Por ser um alimento de alto valor nutritivo e protéico e de baixo custo torna-se um alimento acessível a todas as classes sociais. Com a divulgação de que o consumo do produto ainda pode aumentar, a criação de galinhas poedeiras pode ser um grande negócio.


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