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Os insetos representam 70% das espécies biológicas e não são pragas quando em seu habitat natural. Isso acontece quando estão deslocados de seu ambiente, em condições de reprodução, e seu crescimento acontece de forma descontrolada. Para dar fim ao assolamento de pragas é preciso controlá-las de maneira que não haja prejuízo para o homem.
No Brasil, o controle de pragas teve inicio na década de 40 quando surgiu a primeira dedetizadora do país. O aquecimento do ramo está no fato do crescimento desordenado dos centros urbanos. Esse crescimento gera acúmulo de lixo, esgoto sem tratamento, falta de infra-estrutura e planejamento para a construção de casas, enfim, uma série de fatores que contribuem para o desenvolvimento desses insetos que passam a conviver com as pessoas.
As pragas podem ser divididas em duas categorias:
Uma empresa de pragas domésticas tem o objetivo de controlar as pragas que causam prejuízos e são prejudiciais à saúde do homem. O nome dedetizadora surgiu com o aparecimento do DDT (diclorodifeniltricloroetano). Hoje esse nome não é mais correto e o DDT teve seu uso proibido no Brasil.
O DDT foi, por muitas décadas, usados em larga escala nos inseticidas produzidos no Brasil e em todo o mundo, mas com a comprovação de que seu uso prejudica a saúde humana acumulando-se no organismo e podendo provocar câncer – além de demorar cerca de quatro a trinta anos para de desintegrar – o seu uso foi proibido. O DDT tem ação indiscriminada (sendo esse o seu principal problema) o produto atinge não somente as pragas, mas também a fauna, a flora e mananciais. Mais de 80 países já baniram o uso do produto e há um projeto mundial para bani-lo completamente até o ano que vem.
O sucesso no controle de pragas está na resolução de problemas como:
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