Esta matéria foi publicada na edição 14. Para ver outras matérias da edição 14, clique aqui.
O licor é uma bebida agradável a quase todos os paladares e é conhecido em todo o mundo. Alguns licores são conhecidos desde a antiguidade, quando eram fabricados pelos frades e monges, grandes conhecedores de ervas e destilaria. No Brasil, a prática de fabricar licores existe desde o século XIX e, no início os sabores eram limitados, como jenipapo, rosas e amêndoas.
Os licores podem ser preparados artesanalmente ou em escala industrial por meio de processos sofisticados, mas o processo básico continua sendo os mesmos utilizados no passado por nossas bisavós.
A composição do licor leva açúcar, xarope, álcool e frutas, plantas ou ervas que irão dar o sabor a cada bebida. Uma curiosidade. O licor é definido de maneiras diferentes dependendo do país. Na França, ele é apenas um digestivo. Nos Estados Unidos o termo é usado para um drinque específico feito a base de um destilado ao qual foi adicionado raízes, cascas, flores ou sementes. Para os ingleses, a definição é a mesma usada pelos norte-americanos, porém eles ainda fazem alguma confusão ao chamar licores de ‘cordiales’, xarope com baixo ou nenhum teor alcoólico.
Os licores artesanais ou caseiros são fáceis de serem preparados, constituem uma alternativa para aproveitar e agregar valor aos produtos da sua região. Seu segredo está na perfeita combinação entre o principio aromático, o álcool e o açúcar, que resultará em um produto harmônico em cor, sabor e aroma.
O termo licor vem do latim liquifacere, que significa liquifazer, dissolver, e é utilizada para designar essa bebida alcoólica açucarada com diversas essências. Mas pode também ter um significado mais amplo remetendo a qualquer bebida alcoólica.
Os licores são muito apreciados após as refeições devido aos óleos essenciais que possuem sua composição. Esses óleos o tornam uma bebida digestiva. Os licores de mesa apresentam os seguintes componentes.
Próxima página
1 2 3