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Ampliar o comércio para o meio virtual é uma ótima maneira para alcançar novos clientes localidades diversas – até mesmo em outros países. O comércio eletrônico é um ramo que vem crescendo nos últimos anos. Em 2006, foi registrado um crescimento de 76% do e-commerce no Brasil. Isso significou um faturamento de R$ 4,4 bilhões de reais, sem contar as vendas de passagens aéreas, automóveis e leilões virtuais.
Os campeões de venda
CDs e DVDs – 17%
Eletrônicos – 15%
Livros, jornais e revistas – 13%
O número de consumidores que fizeram compras on-line no ano passado aumentou 31% em relação a 2005. De acordo com pesquisas, as compras feitas pelos consumidores da classe C já respondem por 45% das transações.
A previsão de crescimento para 2007 é de 45%.
O crescimento das vendas pela internet se inclina a crescer a cada ano. Levando em conta esse panorama, uma empresa que consegue usar de forma adequada o comércio virtual tende a melhorar a eficiência no atendimento ao cliente e permite realizar um serviço personalizado e ágil, de acordo com o perfil do consumidor.
Porém, um cuidado: antes de montar uma loja virtual, o empreendedor deve ponderar se o seu produto realmente tem condições de ser vendido on-line. Preocupe-se em não ter problemas com as condições que podem fazer de seu produto um sucesso.
Para que seja possível desenvolver e orientar um comércio virtual é preciso conhecer o perfil do mercado e entender a linguagem desse ambiente.
O comércio eletrônico facilita a vida do cliente, cada dia mais atarefado e desejoso de facilidades. Mas não se engane pensando que o preço baixo é o fator determinante nesse tipo de compra.
O comprador virtual, antes de optar pelo preço, procura por grande variedade de produtos, bom prazo de entrega e condições de parcelamento favoráveis.
O design do site é fundamental e as imagens dos produtos devem ser detalhadas e de boa qualidade.
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