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As melhores variedades de tomate para desidratação são as que apresentam maior teor de sólidos, pois proporcionarão maior rendimento final. Os mais utilizados são Débora e o Santa Cruz, mas o rasteiro também já tem sido utilizado com sucesso pelas indústrias.
O menos recomendado é o tomate longa vida Carmen, pois apresenta menor rendimento final e tem uma pele muito grossa.
No que se refere à secagem dos tomates, é preciso saber que dificilmente todas as metades de tomate secam ao mesmo tempo, em função de diversos fatores como: ponto de maturação, espessura da polpa, tamanho de cada metade, e a distribuição de ar dentro do desidratador. Sendo assim, é preciso que o operador seja treinado para identificar o ponto ideal de secagem através do visual (enrugamento da pele dos tomates) e do tato para evitar perdas decorrentes de uma secagem excessiva ou problemas de contaminação, devido a uma umidade final elevada. Veja na figura ao lado, as características de tomates que atingiram a umidade final desejada para o preparo de conserva.
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