Esta matéria foi publicada na edição 29. Para ver outras matérias da edição 29, clique aqui.
A administração das finanças domésticas refere-se ao planejamento do uso dos recursos financeiros da família e a colocação destes planos em prática. Essa administração compreende desde as operações mais simples como obter dinheiro para prover o sustento da unidade doméstica, abrir e fechar conta bancária, até as mais complexas, como fazer e controlar os investimentos, e controlar o patrimônio da família.
A forma como administramos o dinheiro, ao longo da vida, permite-nos atender às nossas necessidades cotidianas, e, também, realizar nossos sonhos e desejos. Na economia doméstica, a qualidade de vida é uma preocupação constante e, portanto, administrar os recursos da família, mantendo as contas da casa em dia, é primordial.
Independentemente do poder aquisitivo ou do tamanho da renda familiar, é preciso que todos os membros planejem e controlem o uso do dinheiro, decidindo em quê e como gastar o seu dinheiro. Para isso, é preciso analisar, de um lado as necessidades, desejos e aspirações, em vista dos valores pessoais, e, de outro, os ativos e os passivos, isto é, as receitas e as despesas. Tendo sempre em mente que é preciso fazer com que seus gastos estejam em conformidade com as prioridades estabelecidas pelo grupo familiar ou pela unidade doméstica, sem perder de vista os objetivos a curto, médio e longo prazo.
Um bom planejamento deve começar por reunir informações completas sobre tudo que diz respeito aos objetivos e prioridades bem como, aos meios necessários e disponíveis que sejam estes pessoais, familiares (privados) ou extra familiares (públicos).
Próxima página
1 2 3