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* Fernando Montero da Costa
No mundo corporativo ideal, todos se entendem, sabem como se relacionar, não existem restrições de recursos financeiros e técnicos/tecnológicos e não há concorrentes que afetam a relação com o mercado. Enfim, os resultados são facilmente atingidos e, por isso, não existem conflitos nas organizações.
Mas, infelizmente, a realidade é outra, segundo explica Fernando Montero da Costa, Diretor de Operações da Human Brasil (empresa especializada na seleção e recrutamento de talentos, formação, desenvolvimento e consultoria estratégica de pessoas nas organizações).
“Um conflito normalmente ocorre quando há divergências de ideias e opiniões, onde há necessidades, interesses e problemas distintos”, afirma o consultor de RH, que lista diversos outros motivos:
Fernando Montero diz que o principal problema em relação aos choques internos está em não resolvê-los.
“Um conflito não resolvido pode provocar aumento de hostilidade interna, ressentimentos, diminuição da eficácia das equipes de trabalho, além da perda de autoestima e integração.”
Resolvendo conflitos
O Diretor da Human explica que, ao lidar com os conflitos, entram em jogo basicamente duas variáreis: a disposição em cooperar com a sua solução e a defesa dos interesses próprios. “A combinação de ambas as dimensões dá lugar a distintas formas de abordar um conflito nas organizações”.
Veja algumas:
“Tendências modernas de gestão de recursos humanos mostram que, na dúvida sobre qual estilo de abordagem de conflitos mais apropriado, recomenda-se que se adote uma postura mais assertiva/colaborativa, quando possível”, afirma Fernando Montero.
O consultor completa dizendo que, portanto, é fundamental desenvolver tanto a empatia quanto o exercício do feedback emocional nas relações interpessoais com subordinados, superiores e colegas.
Fernando Montero da Costa, Diretor de Operações da consultoria de RH Human Brasil (www.humanbrasil.com.br)