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Quando uma ou mais pessoas decidem construir uma empresa, as respostas a algumas questões são fundamentais, tais como:
Estas informações são todas fornecidas pela contabilidade, pelo profissional de maior importância, o Contador.
Quando a empresa está em plena atividade, é função do contador administrar as suas contas, que auxiliarão o administrador a tomar decisões.
Os fatores básicos a serem considerados por ocasião de qualquer investimento são:
- Risco;
- Lucro; e
- Liquidez.
Tem-se o risco e o lucro como grande conflito da gestão empresarial. Já o último fator, por se manifestar em sentido oposto aos demais, não ocasiona conflitos de decisão. Quanto maior a liquidez, menores os riscos, e vice-versa.
Todavia, por caminharem no mesmo sentido e terem conotações inversas no momento de decisão empresarial, o risco e o lucro são os grandes e decisivos fatores de uma estratégia de investimentos.
De acordo com Hélvio Tadeu Cury Prazeres, professor do curso Administração financeira na pequena empresa do CPT – Centro de Produções Técnicas, “se os riscos são maiores, a exigência de lucros deve ser ampliada. Caso invista com menores riscos, a empresa sacrifica a rentabilidade”.
Maximizar lucros, minimizando os riscos, é o maior desafio da gerência empresarial na composição dos ativos e dos recursos a serem aplicados.
Sabe-se que qualquer empresa possui duas fontes principais de recursos para investimento nos ativos, a saber:
O capital próprio é classificado contabilmente no grande grupo do passivo: Patrimônio Líquido. Os recursos de terceiros são divididos em curto e longo prazo.
Os recursos têm custos diferenciados para a empresa, devendo o administrador optar pela utilização daquele que apresenta menor ônus.
Normalmente, pelo próprio aspecto de prazo e liquidez, os capitais de curto prazo são os mais baratos, ou seja, o Passivo Circulante. Por outro lado, os investidores de longo prazo irão exigir da empresa retornos maiores, já que não pressionam a liquidez (Exigível a Longo Prazo e Patrimônio Líquido).
Assim, ao analisar o seu desempenho através do lucro, a empresa irá buscar maior volume de recursos no curto prazo, visando a um menor custo e melhoria nas vendas. No entanto, a ampliação de compromissos com terceiros em curto prazo aumenta os riscos empresarias.
Paralelamente esse raciocínio, verifica-se que os capitais disponíveis na empresa, próprios ou terceiros, são aplicados em ativos, de curto ou longo prazo. As aplicações em ativos de curto prazo, normalmente, são menos rentáveis que as de longo, em face da vantagem de maior liquidez.
Hélvio ainda afirma, “se o administrador, em sua estratégia de negócio, quer ampliar lucros, não deve investir em ativos permanentes cujos riscos são maiores”.
Para saber mais sobre esse assunto, conheça o curso constituído de livro interativo com filmes, em DVD, que mostram a prática,
Curso Administração Financeira na Pequena Empresa