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A meta, depois de sua a família ter conseguido equilibrar o orçamento e quitar as dívidas, é fazer com que sobre dinheiro. Com o dinheiro que “sobrou”, pode-se dar início à estratégia de ampliar a riqueza, acumular capital e aumentar o patrimônio.
Você e sua família devem reunir-se para rever as metas que estabeleceram durante o exercício que fizeram anteriormente, para curto, médio e longo prazos, em face dos rendimentos previstos e garantidos.
Na construção de seu patrimônio, o dinheiro pode ser trabalhado de duas maneiras principais: uma para aumentar e valorizar seu patrimônio e a outra sob forma de investimentos para gerar mais dinheiro.
Quanto à primeira, tem-se como exemplos:
De acordo com Nerina Aires Coelho, professora do curso Finanças na família – administração e controle do CPT – Centro de Produções Técnicas, “as aplicações desta natureza são chamadas de poupança, pois, geralmente, são feitas com o objetivo de juntar dinheiro visando ao investimento e às aquisições de bens, no futuro, lembre-se que a riqueza sólida é construída passo a passo”.
A caderneta de poupança é a aplicação mais simples e tradicional. A rentabilidade é mais baixa, comparada a outras aplicações, porém, oferece uma série de vantagens compensadoras para o pequeno aplicador que, se somadas, constituem vantagens significativas. Entre estas, destacam-se: a isenção de imposto de renda, a alta liquidez, isto é, o aplicador pode dispor desse recurso rapidamente, em caso de urgência; podem ser aplicadas pequenas e grandes quantias; são oferecidas garantias que reduzem os riscos de perdas.
Investimentos em aplicações diversas
Os investimentos podem ser feitos de duas maneiras principais: aplicando-se o dinheiro em bens imóveis como casa, terreno, objetos de arte, dentre outros; e na compra de títulos financeiros, em instituições credenciadas para isso.
a) Aplicações em bens imóveis
b) Investimentos em títulos financeiros. Eles podem ser classificado segundo:
Todo investimento envolve riscos e, portanto, exige que o aplicador esteja devidamente informado, e que possa contar com alguém, um especialista ou seu agente bancário, para discutir, trocar informações e opiniões, e ajudá-lo a acompanhar as movimentações financeiras.
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Curso Finanças na Família - Administração e Controle